As pessoas quando vêem a descrição de meu orkut (também do meu blog) acham que sou um sujeito pessimista, depressivo, mal humorado, ou qualquer outro termo negativo. Pelo contrário, sou até bem humorado e se tem uma coisa que sei fazer bem é rir de desgraça - principalmente das minhas. Deve ser um mecanismo de defesa. Outra característica que atribuem a mim é a de que sou um sujeito grosso. Prefiro me classificar como simples, objetivo e direto.
Realmente o texto que me apresenta não poderia passar outra impressão, apesar dele ter sido escrito com sarcasmo nem todos entendem a mensagem que tentei transmitir. Desse modo, esclareço agora detalhamente cada atributo elencado por mim:
Jornalista desempregado
Ao pé da letra, nunca fui jornalista. O máximo que já trabalhei na área de comunicação foi com assessoria de imprensa, pouco antes de ingressar na Polícia Militar. Na época sequer era formado. Atualmente posso dizer que sou jornalista, afinal tenho um diploma que provavelmente nunca o utilizarei para ingressar na carreira que dediquei alguns anos de formação. Como a função policial exige exclusividade, mesmo que desejasse, não poderia exercer também o trabalho jornalístico sob risco de ser punido na forma da Lei. Daí o termo "desempregado". A palavra mais adequada, já que graças a Deus não preciso realizar bicos para incrementar o orçamento. E olhe que seria fácil atuar como freelancer. Ainda tentei ingressar na 5ª Seção da PM (Setor de Imprensa) logo no início quando acreditava que o aproveitamento das aptidões profissionais eram levadas em consideração para otimizar os serviços, mas logo percebi que o Q.I.* é o que pesa.
Policial desiludido
Você entra na polícia pensando em uma coisa, durante o curso imagina outra e quando começa a trabalhar percebe que se enganou duas vezes e em todas elas se frustra com a instituição. Não vou ser hipócrita de dizer que sempre quis ser policial, entrei na polícia por acaso e tomei um baita susto ao conhecê-la de perto. É o choque de realidade. Posso não ser um policial nato mas sempre gostei das coisas feitas da maneira correta e isso não é muito comum dentro da corporação, com isso a desilusão... O pior é que polícia é como um vírus sem vacina: quem se contamina nunca mais ficará imune. O que significa que dificilmente você irá querer outra profissão.
Jogador de handebol frustrado
Além de minha família só há uma coisa em que emprego grande dedicação: o handebol. Pratico esse esporte desde que tinha dez anos e diferente de outros garotos eu desejava me tornar um jogador profissional de handebol. Coisa que não consegui, apesar de já ter sido escolhido melhor atleta em competições estudantis, participado de seleções... Não obtive sucesso em meu sonho talvez pela minha baixa estatura (bom porte físico conta muito para a prática), falta de oportunidade, deficiência técnica ou a soma desses fatores. Atualmente compenso a frustração jogando em campeonatos semi-profissionais, universitários. Nada que me traga retorno financeiro, pelo contrário, só tenho é despesa. Mas é um dinheiro que gasto com prazer.
Aspirante a radialista
Essa atribuição foi uma consequência do vício em handebol. Após concluir a faculdade de jornalismo eu não poderia continuar representando a Universidade nos jogos de handebol, pois encerraria minha matrícula com a UFRN. Assim, tentei o reingresso em outra habilitação da Comunicação Social: o Radialismo. Felizmente consegui e permaneço matriculado na UFRN e representando o Estado nas competições universitárias. No início planejava concluir mais esse curso e ficar na mesma situação que minha habilitação em Jornalismo (diplomado e sem trabalhar na área), mas me falta a paciência para pagar disciplinas que não me interessam e são imprescindíveis para a conclusão da faculdade. Desse modo posso até considerar equivocado dizer que sou um aspirante, já que não desejo nada com rádio.
Desocupado por vocação
Isso eu não nego para ninguém. Sou preguiçoso! Fazer nada é comigo mesmo. Inventei esse termo só para brincar com amigos que diziam que eu tinha inúmeras atividades, mas não sabia o que queria da vida. E eu sempre respondo-lhes que quero trabalhar pouco e ganhar bem. Mas como disse, é só brincadeira.
Recentemente assumi um novo compromisso que por enquanto tenho empregado um esforço razoável para cumpri-lo e reconheço que estou gostando de fazê-lo. Eu me tornei um blogueiro profissional.
* Quem Indica.
Realmente o texto que me apresenta não poderia passar outra impressão, apesar dele ter sido escrito com sarcasmo nem todos entendem a mensagem que tentei transmitir. Desse modo, esclareço agora detalhamente cada atributo elencado por mim:
Jornalista desempregado
Ao pé da letra, nunca fui jornalista. O máximo que já trabalhei na área de comunicação foi com assessoria de imprensa, pouco antes de ingressar na Polícia Militar. Na época sequer era formado. Atualmente posso dizer que sou jornalista, afinal tenho um diploma que provavelmente nunca o utilizarei para ingressar na carreira que dediquei alguns anos de formação. Como a função policial exige exclusividade, mesmo que desejasse, não poderia exercer também o trabalho jornalístico sob risco de ser punido na forma da Lei. Daí o termo "desempregado". A palavra mais adequada, já que graças a Deus não preciso realizar bicos para incrementar o orçamento. E olhe que seria fácil atuar como freelancer. Ainda tentei ingressar na 5ª Seção da PM (Setor de Imprensa) logo no início quando acreditava que o aproveitamento das aptidões profissionais eram levadas em consideração para otimizar os serviços, mas logo percebi que o Q.I.* é o que pesa.
Policial desiludido
Você entra na polícia pensando em uma coisa, durante o curso imagina outra e quando começa a trabalhar percebe que se enganou duas vezes e em todas elas se frustra com a instituição. Não vou ser hipócrita de dizer que sempre quis ser policial, entrei na polícia por acaso e tomei um baita susto ao conhecê-la de perto. É o choque de realidade. Posso não ser um policial nato mas sempre gostei das coisas feitas da maneira correta e isso não é muito comum dentro da corporação, com isso a desilusão... O pior é que polícia é como um vírus sem vacina: quem se contamina nunca mais ficará imune. O que significa que dificilmente você irá querer outra profissão.
Jogador de handebol frustrado
Além de minha família só há uma coisa em que emprego grande dedicação: o handebol. Pratico esse esporte desde que tinha dez anos e diferente de outros garotos eu desejava me tornar um jogador profissional de handebol. Coisa que não consegui, apesar de já ter sido escolhido melhor atleta em competições estudantis, participado de seleções... Não obtive sucesso em meu sonho talvez pela minha baixa estatura (bom porte físico conta muito para a prática), falta de oportunidade, deficiência técnica ou a soma desses fatores. Atualmente compenso a frustração jogando em campeonatos semi-profissionais, universitários. Nada que me traga retorno financeiro, pelo contrário, só tenho é despesa. Mas é um dinheiro que gasto com prazer.
Aspirante a radialista
Essa atribuição foi uma consequência do vício em handebol. Após concluir a faculdade de jornalismo eu não poderia continuar representando a Universidade nos jogos de handebol, pois encerraria minha matrícula com a UFRN. Assim, tentei o reingresso em outra habilitação da Comunicação Social: o Radialismo. Felizmente consegui e permaneço matriculado na UFRN e representando o Estado nas competições universitárias. No início planejava concluir mais esse curso e ficar na mesma situação que minha habilitação em Jornalismo (diplomado e sem trabalhar na área), mas me falta a paciência para pagar disciplinas que não me interessam e são imprescindíveis para a conclusão da faculdade. Desse modo posso até considerar equivocado dizer que sou um aspirante, já que não desejo nada com rádio.
Desocupado por vocação
Isso eu não nego para ninguém. Sou preguiçoso! Fazer nada é comigo mesmo. Inventei esse termo só para brincar com amigos que diziam que eu tinha inúmeras atividades, mas não sabia o que queria da vida. E eu sempre respondo-lhes que quero trabalhar pouco e ganhar bem. Mas como disse, é só brincadeira.
Recentemente assumi um novo compromisso que por enquanto tenho empregado um esforço razoável para cumpri-lo e reconheço que estou gostando de fazê-lo. Eu me tornei um blogueiro profissional.
* Quem Indica.
13 comentários:
Quanto mais te conheço mais me identifico com vc. Caiu como uma luva lá no nosso diário!
Jornalista, Policial, Jogador de Handebol, Radialista e Desocupado (isso conta?). De tudo um pouco, um pouco de nada, hehe
Vou remeter a esse post pra te apresentar lá.
Parabéns pelo texto! Sua definição em ser policial é fantástica. Um resumo perfeito dessa profissão ingrata! Pode ter certeza que sua opinião vai encontrar muitos discípulos.
Eu também já ouvi uma piada mais "dinâmica", mas era o meu objetivo, fazer um texto de um cara relatando seus problemas e terminando o texto zuado, rsrsrs...
Continue sendo um blogueiro profissional que taí uma coisa que a gente sabe que vc faz muito bem!!!
E boa sorte com todo o resto!!!!
Beijoss
O que é um blogueiro profissional? Fiquei com isso na cabeça. Não consigo imaginar a diferença entre um profissional, um amador e um estagiário... Entendes?
Opa dando umas olhads por ai vi seu Blog e achei super interessante,vc fala com humor e isso é dificil sabia?
sempre q puder do uma passada e fico atualizado com alguns assuntos.
bjs te mais ^^)
Capitão Assumção - Defende os Militares estaduais contra o governo Hartung
Deputado Capitão Assumção (PSBES), Fala sobre criminalidade no Espírito Santo. Segundo ele, o estado atingiu a marca 1004 mortes no primeiro semestre do ano de 2009.
http://www.youtube.com/watch?v=iFOVoZmNJCs
Capitão Assumção - Condena prisão ilegal de Cb da PM do Rio de Janeiro.
Deputado Capitão Assumção defende militares do rio de janeiro contra a conduta inconstitucional de Comandante. Segundo o Deputado, alguns instrutores dizem que os policiais estão sendo bem formados, ditos como policia de proximidade, mas não é bem assim que realmente acontece e na realidade os militares estão sendo massacrados, dentro das academias que são apelidadas como "ilhas da fantasia".
http://www.youtube.com/watch?v=K0VfFCk3DUQ
http://www.youtube.com/watch?v=QClyP-E4K6k
Parabens Flavio por sua luta! Sou professora da rede publica estadual em SP me identifiquei com sua materia: "Momento de reflexão todas as profissões têm um estigma" minha Tia no estado de Goias me passou o que me deixa muito triste é que nossa luta é solitaria e profissões tão importantes não são valorizadas!!! Super abraço e parabens!
Qual é o grau de escolaridade para ser um PM,sei que não é necessário ter curso superior (lógico), esse cursinho que ele fazem é o suficiente?????
Rapaz, penso que você é um perigo para a sociedade. Deveria buscar um tratamento. Primeiro deve entender o que é ter cidadania, para depois tentar ser o que pretender dizer que é ou enganar-se dizendo que é.
Antônio- SC
Mão na cabeça malandro safado, opa! ta maloco esse que esta fumando o basiado é o filho do prefeito.
Pede pra sai o seu fanfarrão
ô mané, como é que ele vai pedir para sair se ele precisa trabalahr. O que ele quer é o que todo e quaquer bom brasileiro quer. Trabaalhr pouco e ganhar bem....
Aff! Tô contigo e ñ abro ô blogueiro.
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